O que é mais importante, Propaganda ou Relações Públicas?


Este mês, o conhecido guru de Marketing Al Ries, inventor do termo posicionamento e autor de vários livros entre os quais Marketing de Guerra, estará lançando o livro The Fall of Advertising & The Rise of PR (em português, "A queda da Propaganda e o crescimento de Relações Públicas"), onde menciona que Relações Públicas tem se tornado a mais poderosa arma de marketing.  
 
De acordo com o autor, RP cria novas marcas no mercado, enquanto a propaganda é uma espécie de mecanismo de defesa para marcas já estabelecidas. Sem falar no fato que lançar produtos através de Relações Públicas reduz substancialmente os custos de marketing.  
 
Diz ainda o autor: se você está lançando um produto totalmente inovador como Viagra ou Botox no mercado ou o filme O Homem-Aranha, um programa de Relações Públicas é absolutamente imbatível.  
 
Mas se você está introduzindo mais uma cerveja no mercado ou um novo sabonete, você precisa mesmo é de uma boa campanha de propaganda.  
 
O único problema é que relações públicas é uma incompreendida. E é pelo pouco conhecimento do assunto que a atividade de Relações Públicas no Brasil é ainda incipiente, embora seu potencial seja imenso.  
 
Só para dar uma idéia, o mercado mundial de Relações Públicas foi da ordem de US$ 4.31 bilhões em 2001, de acordo com o Council of Public Relations Firms. No Brasil, não chegou aos US$ 50 milhões, o que corresponde à receita de uma grande agência de Relações Públicas só no seu escritório de Nova York. O principal motivo é que pouca gente sabe o que RP pode fazer pela sua empresa: 
 
- Planejamento estratégico da comunicação corporativa (imagem da empresa)  
- Comunicação dirigida aos diversos públicos com que a empresa se relaciona: acionistas, funcionários, parceiros comerciais, associações de classe, comunidade, formadores de opinião, consumidores, governo, público em geral. 
- Relações com a Imprensa 
- Administração de Crises 
 
Em outras palavras, Relações Públicas é toda a administração da reputação, da imagem da empresa junto aos seus diversos públicos. Alguma empresa pode prescindir de relacionar-se bem com os seus funcionários? Seus parceiros comerciais? Com a comunidade? Com a Imprensa? Relações Públicas, portanto, cuida do maior patrimônio de uma empresa, a sua reputação. 
 
De acordo com Paul Homes, editor da revista Inside PR, "Enquanto a propaganda é uma importante ferramenta de comunicação, RP é muito mais que isso, é uma caixa de ferramentas, um processo, talvez até mesmo uma maneira de pensar".  
 
Dificilmente uma agência de propaganda vai recomendar uma solução que não envolva a compra de espaço, através do qual a empresa vai expressar seu ponto de vista. RP, ao contrário, é definida pela habilidade de passar mensagens através de uma ampla gama de veículos em espaços cedidos.  
 
Além do que, na propaganda é você quem está falando bem de si mesmo, enquanto através de um bom trabalho de RP você consegue que outros falem bem de você. Aí está também uma de suas maiores vantagens: a credibilidade.  
 
Recente pesquisa feita nos Estados Unidos mostra que 76% dos principais executivos de empresas reconhecem que RP tem se tornado mais importante para eles do que era há cinco anos e 82% a consideram uma função da alta cúpula da empresa. "As empresas, independentemente do seu porte, precisam ter imagem positiva junto às suas comunidades, ou certamente falharão. 
 
"A pesquisa publicada na revista Inside PR vai além: "Estamos indo em direção a um mercado de relacionamento e RP é a melhor maneira de influenciar os seus públicos". É por tudo isso que o mercado de RP está crescendo a respeitáveis taxas, com especial destaque para as áreas de saúde, tecnologia, finanças e relações governamentais. 
 
Mas a verdade é que a comunicação tem vários instrumentos que dependem das necessidades específicas de cada caso, dos públicos que se quer atingir, do prazo, da concorrência, do mercado, dos recursos disponíveis e muitas outras variáveis.  
 
Portanto, nenhuma das disciplinas da comunicação ? propaganda, promoções, marketing direto, eventos, relações públicas e outras quetais ? é a solução única ou a mais importante. Mais importante é praticar o que os principais players do mercado estão fazendo: comunicação integrada. 

 

Fonte: http://www.abracom.org.br/descricao.asp?id=960

 



Escrito por Vivi Casanova às 16h40
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UNIBAN uma crise. Milhares de Vitimas.

Passeando pela newsletter da LVBA, uma empresa que presta srviços de relações públicas, encontrei no blog da empresa um texto sobre a falta de gerenciamento de crise na UNIBAN no caso da aluna Geyse. Nestes momentos um departamento de comunicação afinado com a identitidade corporativa, público alvo e conceitos organizacionais poderia ter evitado esta crise. Vale a pena Conferir o texto abaixo:

 

O assunto da semana: a expulsão (e posterior revogação da decisão) da aluna de turismo Geisy Arruda da Uniban em São Bernardo do Campo (SP). Impressionante que a decisão pela expulsão gerou descontentamento geral. Não houve um único apoio ou voto de solidariedade à Universidade – a reprovação foi unânime. E, cá entre nós, melhor assim – não havia como apoiar tamanho absurdo.

Mas há outro fato que eu julgo igualmente absurdo neste episódio: a crítica aos eventuais profissionais de comunicação envolvidos nesse gerenciamento de crise. Analisando os fatos, na condição de mera espectadora, percebia que a Universidade, em nenhum momento, envolveu em sua decisão profissionais de comunicação. O jornal O Estado de S.Paulo,
em matéria publicada no dia 10 de novembro, comprova que a decisão foi tomada analisando somente, e de forma bem questionável, o ponto de vista jurídico. Foi um advogado o porta-voz e, certamente, coube a ele a redação do lamentável anúncio pago e da nota à imprensa. Pelos fatos, é fácil concluir que tudo foi feito à revelia dos profissionais de pedagogia, especialistas em educar, e dos profissionais de comunicação, especialistas em zelar pela marca.

Pessoalmente, acho que, além da estudante, os profissionais de comunicação que atuam na instituição são, igualmente, vítimas.

E ai, uma vez mais, vemos a importância da comunicação num momento de crise. Da comunicação estratégica, daquela que é chamada para participar das decisões e não somente tornar decisões públicas. Analisando o episódio e a proporção de sua repercussão fica claro que uma Universidade é diferente de uma indústria, por exemplo. Tornar público o problema de uma indústria e de seus produtos é um enorme problema e deixa marcas ruins por algum tempo. A imagem da Uniban foi fortemente afetada e isso será um problema para a Universidade durante um determinado período de tempo, mas para quem exibe um diploma conquistado na instituição o dano pode ser muito maior – é para o resto da vida. Como estão hoje os milhares de profissionais formados pela Uniban que, eventualmente, participam de processos de seleção? A marca Uniban – aquela que permitiu que o sonhado diploma fosse uma realidade – pode ser uma referência negativa quando o que está em jogo é uma vaga e centenas de candidatos? É uma questão séria que deve ser pensada. Novamente, mais vítimas.

Gerenciar crise exige técnica, conhecimento e entendimento dos públicos envolvidos. Gerenciar crise pressupõe transparência. Não pode ser feita por meio de anúncios e declarações apócrifas, “assinadas” pela Congregação ou pelo Reitor jamais identificado.

O que faria o profissional de comunicação neste contexto? Antes de qualquer coisa, analisaria os fatos e ouviria de forma atenta às análises dos educadores e dos advogados. Apoiaria a instituição na busca de solução com base em seus princípios muito bem expressos na
missão, visão e valores – registrados no site e, ao que tudo indica, distantes da prática. Definiria as mensagens que deveriam ser disseminadas, bem como porta-vozes para cada público envolvido: professores, alunos, funcionários, familiares, autoridades e imprensa. Ou seja, promoveria o diálogo – ação fundamental quando o que está em jogo são relações pessoais, indivíduos, seres humanos.

É bom destacar que um trabalho anterior de comunicação poderia até ter evitado que a crise acontecesse. Bastava tornar real – por meio de fatos, atitudes e disseminação de conceitos – o que já está expresso como missão da Uniban: “Promover a formação integral do indivíduo, por meio da capacitação profissional, da produção e aplicação do conhecimento, da promoção da cultura, do respeito aos valores éticos-morais, através de um processo educativo contínuo de qualidade, voltado para o desenvolvimento da sociedade”.

Agora a Universidade tenta consertar o estrago. Vai promover
uma série de palestras sobre cidadania – excelente iniciativa. Pena que seja um pouco tarde. O dano está feito e reconstruir a imagem que a Uniban construiu usando artistas simpáticos e populares desmoronou.

A Uniban era sinônimo de inclusão, afinal ela possibilita que alunos de baixo poder aquisitivo possam cursar uma Universidade. Hoje, graças a uma crise gerenciada de forma policialesca e preconceituosa, é sinônimo de exclusão e intolerância – atitudes que o terceiro milênio nos obriga a banir do vocabulário. Pena que a Uniban insista em continuar na metade do século XX.

(Finalizei a redação deste texto na manhã do dia 11 de novembro, após uma noite e madrugada sem luz. Pensei em mudar o tema pois, ao que tudo indicava, a Uniban sairia das primeiras páginas dos jornais para ceder espaço à cobertura sobre o apagão. No entanto, quando vi que a notícia continuava na
capa da Folha de S.Paulo, decidi manter o texto. Sinal que a crise da Uniban desperta tanto interesse público quanto um apagão. Assustador, não?)


Gisele Lorenzetti é Diretora Executiva da LVBA Comunicação.



Escrito por Vivi Casanova às 08h45
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Aberje divulga finalistas do 1° Concurso de Mídias Sociais

Prova de que as midias sociais trazem bons resultados se usadas corretamente é o concurso da Aberje, confira na materia abaixo..

"A Aberje divulgou as quatro duplas finalistas do 1º Concurso Aberje de Mídias Sociais, realizado para a divulgação do 3º Congresso de Comunicação Empresarial Aberje Rio de Janeiro, que ocorrerá no dia 26 de novembro de 2009. O Concurso selecionou os quatro melhores planejamentos de comunicação envolvendo as mídias sociais - blog, orkut, facebook e twitter. Como primeiro prêmio, as duplas receberão um convite para participar do 3º Congresso. O concurso é patrocinado pela OI.

O objetivo é estimular o pensamento estratégico dos estudantes de graduação por meio da sua participação ativa no debate de temas atuais e relevantes no plano prático e teórico, na área de Comunicação Organizacional. Os finalistas são: Joelma Rivera Lima Valverde e Caroline Chaves dos Santos; Erik Dana e Luciana Ferreira; Cayo Pereira Fernandes e Luiz Fernando da Costa Soares e Kenzo Lopes Corte Real e Diego Dacal Arsenio Bittencourt.
 
A partir de hoje, as duplas executarão os planejamentos propostos e serão avaliadas pelos conteúdos na rede, concorrendo ao prêmio de R$ 2000,00 para o vencedor."


Escrito por Vivi Casanova às 11h27
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EU QUERO SER UMA TELEVISÃO!

Olá, pessoa! Eu estava preparando o material para a reunião de pais, que a coordenadora do Projeto Oficina de Palavras me enviou, e o texto que ela mandou achei muito interessante, vou públicá-lo abaixo, vale a pena ler e refletir...

Hoje as reuniões em familia, os diálogos tem uma grande concorrente: A Televisão... acredito que em muitissimo breve o concorrente será o computador...

 

"A professora Ana Maria pediu aos alunos que fizessem uma redação e nela colocassem o que eles gostariam que Deus fizesse por eles.

Já em sua casa, corrigindo as redações, ela depara-se com uma que a deixa muito emocionada. Nesse momento, o marido entra e pergunta:

- O que aconteceu?

- Lê tu mesmo!

Era a redação de um menino, que dizia:

“Senhor, esta noite eu quero pedir-Te algo muito especial. Por favor, transforma-me num televisor. Quero ser como a TV da minha casa. Quero ter um lugar especial para mim, e reunir a minha família ao meu redor. Quero ser levado a sério quando falo. Quero ser o centro das atenções, e ser escutado sem interrupções. Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona, e ter a companhia dos meus pais quando eles chegam a casa, mesmo que estejam cansados. E que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de ignorar-me. E ainda que os meus irmãos ‘briguem’ para estar comigo. Quero sentir que a minha família às vezes deixa tudo de lado para passar alguns momentos comigo”.

Ao terminar de ler a redação, o marido de Ana Maria comenta:

- Meu Deus! Coitado deste miúdo. Imagina como deve ser essa família!

E Ana Maria responde:

- Esta redação é do nosso filho! "

 



Escrito por Vivi Casanova às 15h57
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VOTE EM NÓS NO SITE DA GM

 O Instituto Vivereh esta participando desta competição do Projeto Agilizeai da Chevrolet.

Tudo será feito através de votação pela internet, se ganharmos teremos muitos materiais que nos ajudarão no dia – a – dia com as crianças da

Oficina  e com os pacientes da clinica.

Para isso vocês precisam votar em nós, é só clicar no link abaixo do site AGILIZE, digitar as letras que pedem e vocês concluíram o voto no VIVEREH PROMOÇÃO HUMANA, é o nome que aparece no site.

Encaminhem esta mensagem para seus contatos e peçam que nos ajudem também.

 

VOTE AGORA CLICK AQUI  OU NO LINK: http://www.agilizeai.com.br/instituicoes/detalhe-instituicao.aspx?i=17

 

"Vamos fazer um grande barulho nas cidades apontadas no mapa.

O objetivo principal é a mobilização de pessoas, através de ações relevantes, visando transformação de instituições.

Selecionamos 90 instituições no Brasil todo que precisam de uma força.

Todos podem escolher uma instituição relevante até 20/09, dentro da sua cidade ou comunidade para votar. Assim teremos 45 instituições escolhidas.

Para doar o que as instituições escolhidas precisam (alimentos, brinquedos, livros, vestuário, etc.), você pode entregar em uma de nossas concessionárias ou para a equipe que circula com o Chevrolet Agile adesivado até 04/10. Acompanhe através do site.

Você também pode se tornar um Agente Mobilizador. Mais do que doar, sua participação na distribuição dos bens doados vai fazer a diferença.Para participar, entre em contato com o agente mobilizador da sua cidade.

As outras 45 instituições participam do click e doe, entre 21/09 e 04/10.

Quanto mais você clicar, mais elas doam.

Queremos produzir melhorias significativas na qualidade de vida das pessoas. Conheça as instituições, vote, doe e mobilize seus amigos e família"

 

Desde já agradecemos pela ajuda!!!



Escrito por Vivi Casanova às 10h15
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Gestão Obsoleta... Ninguem Merece!!!

Oi, galera, é incrivel como neste mundo contemporâneo em que vivemos exintem pessoas que trabalham na gestão classica, com isso ignoram todo o conhecimento que seus colaboradores adquiriram em sua vida academica e a expêriencia que possuem por trabalhos realizados.

Acabam tornando seus colaboradores bombril... isso mesmo, aquele tem mil e uma utilidades!!!

Acredito que não conhecem a Lei Aurea ... por isso agem assim...

Trabalham em cima do que consideram belo aos seus olhos e esquecem  que o belo é relativo... e que tudo para ser elaborado deve ser com base em conceitos, estudos, planejamento e muita dedicação...

Acredito que muitos passam por este tipo de situação e depois para conclui houvem: Não funcionou.... você fez alguma coisa errada!. Fez mesmo, deu ouvidos a um gestor com conceitos obsoletos...

E que a perseverança continue de que tempos bons virão...

 

Até mais....



Escrito por Vivi Casanova às 11h04
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Oi, galera!

Oi, galera!!!

Passei p deixar um "oi"!

logo trago novidades...

bj



Escrito por Vivi Casanova às 09h10
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Olá, pessoal!!!! Olha, ta muito corrida minha vida neste mês, estou sem tempo de blogar, mas to fazendo vários trabalhos legais que em breve estarei comentando aqui... Um deles é um video de apresentação do Projeto Oficina de Palvras do Instituto Vivereh o qual será apresentado hoje, 20/08, no evento que realizaremos, porém vcs ja tem aqui de primeira mão.... ele esta no you tube tbm...



Escrito por Vivi Casanova às 08h51
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Assessoria de Imprensa Informa

UM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO NAS PRÁTICAS DE LEITURA E DA ESCRITA.

 

Em 2008 o Instituto Vivereh criou o “Projeto Oficina de Palavras: um processo de construção nas práticas de leitura e da escrita”, um projeto que visa promover a leitura e a escrita na emancipação das crianças que estudam em escolas públicas no município de Osasco e não sabem ler nem escrever.

 Devido a grande demanda de crianças atendidas no Programa de Apoio a Saúde (P.A.S), em  fonoaudiologia e psicologia com queixas de dificuldade no aprendizado, a fonoaudióloga Giovana Domingos da Silva, voluntária no Instituto, idealizou o projeto, viabilizando a possibilidade de atender maior numero de crianças, entre 7 e 12 anos com Dificuldades de Leitura e Escrita.

 O projeto “piloto” foi realizando durante 18 meses, devido a positividade em seus resultados o mesmo foi reformulado e contemplado pelo FUNCAD (Fundo Municipal da Criança e Adolescente) com recursos direcionados pela Arcelor Mittal do Brasil (ex- Belgo Mineira).

 O Objetivo da Oficina de Palavras é através de oficinas lúdicas estimular a leitura e a escrita para o desenvolvimento das crianças, fortalecendo seu desempenho escolar e social; incentivar as práticas de leitura; envolver crianças para iniciarem o habito pela leitura  de forma que esta se torne agradável, atender inicialmente 192 (cento e noventa e duas) crianças, divididas em dois turnos ( manhã e tarde), por um período de 12 meses, e devidamente matriculadas no projeto; envolver as escolas, comunidades e parceiros no desenvolvimento das ações de atendimento da criança e familiares na participação do processo.

 As oficinas são elaboradas e desenvolvidas por profissionais das áreas de fonoaudiologia, psicologia, educação física e pedagogia, com base nas necessidades identificadas nas crianças.

 

Para maiores informações basta ligar para  o telefone 11 3609 6981 ou enviar um e_mail pra institutovivereh@vivereh.org.br.



Escrito por Vivi Casanova às 12h22
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 Esta é uma oportunidade de você conhecer a "Oficina de Palavras",

um projeto voltado a criança com dificuldades em ler e escrever....



Escrito por Vivi Casanova às 15h55
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Assinatura de email da Vivereh

Assinatura de e_mail da Vivereh.

 



Escrito por Vivi Casanova às 15h52
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Terceiro Setor, Você Pode Colaborar!!!

Ser RP!

Vejo nos tempos modernos que a necessidade de se ter um RP na organização se amplia a cada dia.

A propaganda em si, aquela que se faz em "grandes mídias", que atingi a grande massa, já não se traz o mesmo resultado de antes. É possivel observar que o institucional está crecendo, sim e junto se insere a responsabilidade social, onde o custo da ddivulgação é praticamente zero.

Tudo que traz beneficios para a sociedade é bem visto, principalmente quando visa o bem de uma comunidade carente.

Temos algumas cidades, inclusive Osasco, que possui tipo um fundo, onde estão inscritas ONGs e seus respectivos projetos, isso da a opção para o empresário, ao invés de pagar os impostos, apoiar algum projeto de ONG que está inscrita nesse fundo. Com isso a ONG divulga o nome da empresa perante a comunidade e o imposto, que de qualquer forma teria que ser pago, é investido em algo que a empresa pode acompanhar os resultados com a certeza de o capital esta sendo bem empregado.

Isso também pode ser feito por pessoas fisicas, pode-se ter desconto em imposto de renda!!!!

Pessoal, este é um ponto muito importante para aquelas pessoas que querem mudar o "mundo" mas não sabem por onde começar, basta ir até a prefeitura de sua cidade para buscar informação ou a uma ONG a qual tenha credibilidade e colaborar...

Se puder, passe essa idea a diante!!!!

abç



Escrito por Vivi Casanova às 15h22
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RP e o Terceiro Setor, uma oportunidade de peso...

 

As Organizações Não Governamentais (ONGs) vem a cada dia ganhando mais espaço, visto que as exigências dos stakholders teem aumentando, com relação à responsabilidade social e ambiental.

 

Graças ao crescimento do terceiro setor amplia-se o espaço cedido as Relações Públicas, pois associar a imagem de uma organização com uma ONG que passe credibilidade em seus projetos e que tenha como um dos seu principais valores a ética, evidencia a organização diante de seus diversos públicos, com isso sua imagem se fortalece. O RP entra nessa “parada” como um elo da ONG para com a empresa. É a função dele de fazer esta comunicação, não como um captador de recursos, mas como o grande conhecedor da identidade que a ONG, a qual representa, possui diante da comunidade, órgão público, governamental, etc. Assim, fará a boa e verdadeira imagem e ganhará parceiros para futuros projetos.

Claro que o trabalho do RP não se limita a isso, temos um leque de oportunidades trabalhos a serem realizados por um RP no terceiro setor, para fortalecer minhas palavras, publicarei em breve resumos de alguns artigos desenvolvidos por mais profissionais que atuam na área do 3º Setor..



Escrito por Vivi Casanova às 01h04
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Bom, gente!!! O dia do Pastel foi um sucesso!!!! Vendemos muitos pastéis!!! rs

Agora vamos iniciar uma nova empreitada, que é a finalização do material  do "Projeto Oficina de Palavras", até o final deste mês será lançado um livro-apostila falando do projeto e dos sresultados alcançados com ele... Para isso estamos tabulando uma pesquisa realizada com os professores e pais do alunos.... em breve ele estará pronto!!!

Para saber mais a respeito do Projeto Oficina de Palavras"  acesse o site do Instituto Vivereh, clique aqui!!!



Escrito por Vivi Casanova às 13h28
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Nesta época de inverno, nada melhor do que um pastel quentinho... Melhor ainda do que saborear o pastel é colaborar com projetos sociais...



Escrito por Vivi Casanova às 10h18
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